Stephen Chbosky soube discutir através de Charlie, um adolescente de 15 anos, drogas, sexo, sociabilidade, transtornos psiquiátricos, abuso, relacionamento familiar, ambiente escolar, enfim, tudo o que envolve o universo dos mais variados tipos de adolescentes.
O livro é todo escrito em formato de cartas, que Charlie envia a um amigo desconhecido. Charlie é viciado em leitura e desenvolve uma amizade com o seu professor de inglês que o incentiva ao hábito, ajudando-o a desenvolver sua escrita. Aqui fica marcado um ponto sensacional do livro: Chbosky usa esse artifício também na forma como escreve o livro. Se no começo o texto parece meio solto e hesitante, no decorrer da história a escrita de Charlie vai melhorando, ele passa a organizar melhor as ideias e narrar de forma mais clara os acontecimentos.
Minha experiência com esse livro foi bem interessante, porque no início da leitura eu pensava que não iria me surpreender com a vida de Charlie, o achava muito monótono. Depois percebi que não era uma característica aleatória da personagem. O discurso de Sam quando ela está fazendo as malas descreveu todo o meu pensamento acerca de Charlie.
Separei algumas frases que eu amooo de <3 desse livro que é:
"Somos infinitos"
“Então, esta é a minha vida. E quero que você saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim.”
"— Posso fazer uma pergunta?
— Sim, Charlie.
— Porque as pessoas legais escolhem amar as pessoas erradas?
Silêncio.
— Bem… Nós aceitamos o amor que achamos merecer."
Nenhum comentário:
Postar um comentário